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POR QUE SOMOS VICIADOS EM PERDER TEMPO?

Perder tempo é tão perigoso quanto fumar ou beber álcool. Eu não estou brincando. E-mail, Facebook, Twitter, mensagens de texto, jogos, notícias – é tudo um vício mortal. Nós apenas achamos que está tudo bem, porque todos os outros ao nosso redor estão desperdiçando sua vida nisso. Se todos começassem a fumar amanhã você começaria? Isso foi o que eu pensei.

O caminho para a liberdade pode ser difícil de ver, principalmente porque o mundo está lhe dizendo que não está lá. Um caminho se começa andando. Esses vícios nos fizeram perder o caminho e, mais importante, perder o foco. Nós evitamos o presente. Nós evitamos o que importa. E evitamos o que está bem diante de nós. Seja um pôr do sol, seu marido ou aquela ligação do cliente que você está adiando.

 

 

 

O tempo

Precisamos que você faça uma pequena reflexão, por isso, selecionamos um vídeo muito especial para que você assista antes de continuar neste artigo.

 

Com foco puro, podemos ser imparáveis

Você vai fazer mais em um dia do que a maioria faz em uma semana, com tempo sobrando para saborear as sutilezas da vida que você esqueceu que gostou tanto.

Em caso de dúvida, pergunte-se: “Estou perdendo meu tempo para evitar o importante?” Seja honesto. Você saberá a resposta. Faça alguma coisa sobre isso.

É fato que a internet revolucionou os nossos comportamentos. Muitos desses comportamentos surgiram e continuam a surgir a partir do acesso das famílias ao universo online. Mas essa poderosa ferramenta de conhecimento e comunicação também possibilitou a adicção de um vício que já é considerado doença. No ambiente online as pessoas criam perfis de vida ideal para reconfortar a realidade. Na internet acessamos o conforto social que acalma, que nos leva para a toca do coelho da história de Alice no país das maravilhas.

 

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PERDER TEMPO NA INTERNET – 8 sinais de que você está viciado em internet e é dependente de tecnologia

 

Mais de 280 milhões de pessoas no mundo são viciadas em smartphones. Ouvimos dois psicólogos sobre esse problema.

 

By Vivian Jordão

 

O que define a dependência não é o tempo que a pessoa está conectada, mas o nível de perda de controle.

Um estudo publicado pela Flurry, empresa de análise de dados do Yahoo!, revela que existem mais de 280 milhões de pessoas viciadas em smartphones no mundo. O estudo considera usuários viciados aqueles que checam aplicativos mais de 60 vezes por dia. As categorias mais utilizadas por esse público são mensagens instantâneas e redes sociais. Outro estudo feito pelo Bank of America mostrou que 71% das pessoas dormem com seus celulares ao lado.

O uso constante da tecnologia não é, por si só, um problema. O transtorno acontece quando a utilização excessiva começa a atrapalhar atividades do dia a dia e a vida social das pessoas.

O afastamento de amigos e familiares e o isolamento progressivo são sintomas que devem ser observados. De acordo com a psicóloga Dora Sampaio Góes, do Programa de Dependências Tecnológicas do Hospital da Clínicas de São Paulo, há diferença entre usar bastante e ser dependente da internet.

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A especialista explica que há oito critérios para identificar que há algo errado. É necessário apresentar um conjunto deles (pelo menos 5) para que seja caracterizada a dependência:

  1. Pensar o tempo inteiro em estar conectado;
  2. Sentir necessidade de aumentar o tempo de uso para obter o mesmo prazer;
  3. Tentar parar de usar a internet e não conseguir;
  4. Sentir irritação e ansiedade durante o tempo que não pode entrar na internet;
  5. Mudar o humor quando entra em contato com a tecnologia;
  6. Perder a noção do tempo que fica conectado e não conseguir sair;
  7. Ter o trabalho e as relações familiares e sociais em risco pelo uso excessivo;
  8. Mentir para as pessoas sobre o tempo que fica conectado.

Para a psicóloga, a internet funciona como um antidepressivo para os dependentes:

É um prozac virtual. A pessoa fica mais calma, sente mais alívio e um prazer muito grande quando está em contato com a tecnologia.

Muitas pessoas podem ter essas sensações e não se enquadrarem no perfil de dependência. É preciso ficar atento quando há perda de controle, como abrir mão de atividades do dia a dia, colocar em risco o trabalho, os estudos e as relações interpessoais.

Outra diferença entre usuários saudáveis e usuários dependentes é a habilidade de aproveitar momentos e pessoas da vida real. Pessoas sadias conseguem desfrutar de atividades que envolvem interação presencial com o outro, já os dependentes da tecnologia encontram dificuldades. “Os usuários sentem mais prazer na tecnologia do que em outros setores de sua vida. A quantidade de likes tem um peso muito maior para o dependente do que para outras pessoas, assim como a experiência de prazer“, explica Góes.

Para o pesquisador Eduardo Guedes, diretor do Instituto Delete, que trata de dependentes de tecnologia no Rio de Janeiro, o que define a dependência não é o tempo que a pessoa fica conectada, mas o nível de perda de controle. Os especialistas do instituto dividem os usuários em três tipos: consciente (pode usar pouco, moderadamente ou muito, mas o virtual não atrapalha o real), abusivo (usa muito, e o virtual atrapalha o real) e abusivo dependente (além de o virtual atrapalhar o real, existe um nível de perda de controle).

Os gatilhos que fazem os usuários buscar a internet como refúgio são situações de desavença familiar, de grande frustração e de fracassos. Pessoas tímidas, com ansiedade social e que têm dificuldade de interação, também são mais inclinadas a desenvolverem dependência, assim como aqueles com maior propensão a ter depressão.

O pesquisador afirma que a dependência de internet é muito parecida com o vício em álcool e cigarro e que a abstinência pode gerar agitação, irritabilidade e ansiedade, podendo até o usuário tornar-se agressivo.

 

Como saber se você está perdendo o controle?

Guedes explica que existem cinco dimensões que medem o nível de perda de controle:

1 – Excitação e segurança – Utilizar a tecnologia como refúgio de falso prazer e segurança;

2 – Tolerância – Se você não viaja para lugares em que não tem conexão com internet;

3 – Relevância – Se você acorda e já olha o celular, leva para o banheiro, para o almoço, etc;

4 – Abstinência – O que sente quando não está conectado: instabilidade, ansiedade, mau humor, angústia, tristeza;

5 – Conflitos na vida real – Perda de rendimento no trabalho ou nos estudos

 

“Falar de si gera prazer. Numa conversa normal, você fala de você 30% do tempo. Numa rede social como Facebook, você fala de si 90% do tempo e tem um feedback instantâneo, porque alguém comenta, alguém curte”, explica Guedes.

Os especialistas ressaltam que não há problema em ter prazer com a internet; o que não pode é substituir o real pelo virtual.

Quando o virtual passa a atrapalhar o real, pode gerar isolamento e desprezo pelas relações interpessoais. É neste momento que a pessoa precisa de um tratamento.

Fonte: https://pt.wix.com/blog/2017/01/psicologia-porque-somos-viciados-em-redes-sociais/

 

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PERDER TEMPO COM SÉRIES – Quando o hábito vira vício?

O hábito frequente de assistir a filmes e séries tem provocado outra queixa: o afastamento social. O músico Matheus Pierrot, 26, chega a passar, em média, quatro horas assistindo a séries nos dias de semana e até oito horas nos fins de semana. Ele confessa já ter sido advertido pela mãe e por alguns amigos. “Eles reclamam que não tenho mais o tempo que eu tinha antes para socialização. Minha mãe diz que estou mais disperso e deixando de fazer muitas coisas que fazia antes.” Ele admite que faz uso excessivo da plataforma. “Chega uma hora em que temos que assumir que somos viciados em alguma coisa. Hoje eu vejo que é vício, sim! E estou me policiando muito para melhorar isso.”

Apesar de estar consciente de que tem menos tempo para os amigos, Matheus busca um argumento para defender o hábito de assistir a conteúdos de streaming. O músico acha que as séries e os filmes que assiste são assuntos que rendem um bom papo. “Quando termino as séries e descubro coisas novas, fico com vontade de mostrar a meus amigos, trocar ideias sobre tais coisas e procurar mais sobre, lendo os assuntos relativos.”

Fonte: https://tribunademinas.com.br/noticias/cultura/28-01-2018/so-mais-um-episodio.html

 

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Mara Mello

Graduada em marketing, pós graduada em Gestão de Assessoria de Comunicação e Gestão de Serviços, Mara Mello, atua há mais de quinze anos com marketing e desenvolvimento empresarial. Após identificar a necessidade de desenvolver a sua capacidade de estabelecer foco, resolver aprofundar no tema e compartilhar experiências, histórias, casos e ferramentas para que outras pessoas também possam exercitar e compreender O Poder do Foco.

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